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 Cidade de Iguaí

Iguaí é um município brasileiro do estado da Bahia. O território, integrante do município de Poções, era ocupado por fazendas.

Em 1929, Fulgêncio Alves Teixeira, vindo do município de Rio de Contas, iniciou o desbravamento das terras incultas. Orientou a formação de um núcleo populacional na fazenda “Iracema”, propriedade de Manoel Pires da Silva. Formou-se o povoado “Comercinho do Major Fulgêncio”.

Mais tarde, passou a denominar-se “Lavrinhas”, por ser a maioria da população constituída de pessoas procedentes da zona Lavras Diamantinas.

Em virtude de situar-se a povoação à margem do rio Gongogi, onde os indígenas, no início, se abasteciam de água potável, mudou-se a denominação para Iguaí.

O topônimo, vocábulo tupi-guarani, significa “fonte de beber água”.

Os nativos de Iguaí são chamados igauienses.

Sua população em 2016 era de 30.865 habitantes (Censo 2016). Seu território é de 860,223 km².


Economia

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2021, o município de Iguaí tinha um produto interno bruto (PIB) de R$ 246.443 milhões. Seu PIB per capita, em 2021, era de R$ 9.125,5.


Fundação: 12 de dezembro de 1952 (71 anos)

População total (IBGE/2010[2]): 25.705 hab.

Densidade: 29,9 hab./km²

Clima: Tropical

Bioma = Mata Atlântica

Fonte: Wikipedia - IBGE

 Cidade de Ibicuí


Ibicuí é um município brasileiro localizado no Médio Sudoeste da Bahia. A história de Ibicuí, na Bahia, é marcada por vários acontecimentos, como a chegada dos primeiros habitantes, a construção da primeira casa, a celebração da primeira missa e a elevação à categoria de cidade: 
  • Os primeiros habitantes da região foram os índios Pataxós e Camacãs, mas foram expulsos em 1782 pela tropa do Sargento Raimundo Gonçalves da Costa. 
  • Em 1916, Francisco Almeida construiu a primeira casa na localidade, na atual Rua 12 de Dezembro. 
  • Em 1920, o Padre Pithon celebrou a primeira missa em Rio Novo do Guarani, na fazenda do Sr. Jezuino Vieira Lima. 
  • Em 1942, o distrito de Guarani passou a se chamar Ibicuí, que significa "Terra de Areia" em tupi-guarani. 
  • Em 1952, o governador Régis Pacheco sancionou a Lei nº 512, que elevou Ibicuí à categoria de cidade. 
  • Ibicuí é conhecida como Terra do Forró e é um dos principais destinos durante o São João. A festa acontece na Praça Regis Pacheco e conta com apresentações de artistas renomados.
R. Juraci Magalhães, Ibicuí

Turismo
O desenvolvimento da atividade turística em Ibicuí ocorre desde a década de 90, antes do município ingressar no projeto São João da Bahia. Desde desse período, as festividades juninas em Ibicuí já  fomentavam a economia local através do comércio e ao aluguel de casas e também influenciaram nos elementos identitários da festa de São João, compartilhados pela comunidade desde a época em que o município era um distrito.
São João de Ibicui

Patrimonio Historico

População total (Censo de 2022): 13.934 hab.
Fundação: 9 de julho de 1931 (93 anos)
Emancipação: 12 de dezembro de 1952 (71 anos)
Fonte: Wikipedia

Cidade de Caatiba 

Caatiba é um município do estado da Bahia, no Brasil. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2021, era de 6.232 habitantes.

  • A história de Caatiba, na Bahia, está relacionada com o seu nome, que vem da língua tupi e significa "ajuntamento de mata": 
  • O nome Caatiba vem dos termos ka'a ("mata") e tyba ("ajuntamento"). 
  • O topônimo deriva da existência de matas fechadas no território. 
  • Caatiba era anteriormente conhecido como "Riachão". 
  • Até 1961, Caatiba pertencia ao município de Vitória da Conquista. 
  • Em 1962, ocorreu a primeira eleição e Iris Geraldo Silveira foi eleito prefeito, iniciando seu mandato em 1963. 
  • No Censo de 2022, a população de Caatiba era de 6.205 pessoas, o que representa uma queda de -32,93% em comparação com o Censo de 2010.

Pela história Caatiba originalmente foi habitado pelos índios Imborés e Mongoiós e pataxós, e já presença de outras Etnias em Caatiba e região, se deram depois, após a migração de índios vindos de outros locais circunvizinhos como Itambé, Itapetinga, Rio de Contas, Pedra Branca e Jequié, sendo eles Sapuyá Kiriris, Bahenã, Guerens e também Tupinambás, os relacionamentos afetivos preservaram de certa forma a garantia de sobrevivência de muitos desses povos originários.


Caatiba constitui-se atualmente apenas do distrito-sede. Por alguns anos o distrito de São José do Colônia pertenceu a Caatiba, depois voltando a pertencer ao município de Itambé. O distrito de Icaraí do Ranulfo pertencia a Caatiba, sendo atualmente pertencente ao município de Nova Canaã. Criado legalmente em 13 de maio de 1982 através da lei sugerida pelo deputado Naomar Alcântara, o distrito de Icaraí do Ranulfo surgiu de uma pequena propriedade de Manoel Antônio dos Santos, que a vendeu em 1938 para Ranulfo Requião. Este muito contribuiu para o desenvolvimento da região de Icaraí.

Pela Lei nº 12.565, de 10 de janeiro de 2012 o distrito de Icaraí passou a pertencer a Nova Canaã.

O território de Caatiba pertencia à cidade de Vitória da Conquista, sendo criado o distrito de Matas de São Paulo em 7 de outubro de 1937. Depois, pelo Decreto Estadual nº 141, de 31 de dezembro de 1943, passou a se chamar Caatiba. Foi desmembrado do município de Vitória da Conquista pela Lei nº 1.401, de 1º de Abril de 1961.

Divisões

Pertence a este município as seguintes comunidades: Rio de Areia, Serra Pelada, e outras que são como povoados próximos a área urbana da cidade Caatiba, nestes povoados existem fazendas, escolas, unidades básicas de saúde (UBS), cachoeiras, rios, montanhas e muita floresta.

Praça Clériston de Andrade, 2008.

Turismo

 Seu tirismo é vivenciado pelas fazendas, cachoeiras, rios, montanhas e muita floresta.


Cachoeiras

Fazendas

Fundação: 1 de abril de 1961 (63 anos)
População total (estimativa IBGE/2021: 6.232 hab.
Densidade: 9,5 hab./km²
Clima: tropical atlântico