fevereiro 2025
Ainda de acordo com Leandro Grass, a vistoria foi solicitada pelo protocolo convencional, o que não é o caminho para casos de urgência. Uma turista de São Paulo morreu com a queda do teto da igreja. 




O presidente do Instituto Nacional do Patrimônio Histórico (Iphan), Leandro Grass, afirmou que a igreja cujo teto desabou em Salvador nesta quarta-feira (5) pediu na segunda (3) uma vistoria ao órgão. A visita dos técnicos, segundo Grass, estava agendada para esta quinta (6). Ainda de acordo com o presidente do Iphan, a solicitação da igreja foi feita pelo protocolo normal do Iphan.

 Segundo ele, esse não é o caminho para o caso de uma urgência. Uma turista de São Paulo morreu com o desabamento do teto e outras cinco pessoas ficaram feridas. A Igreja de São Francisco de Assis, conhecida como "igreja de ouro", é um dos principais pontos turísticos do bairro histórico do Pelourinho, na capital baiana.


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"Ele [o frei responsável pela igreja] protocolou na segunda-feira, às 15h48, pelo protocolo padrão. Ou seja, não se fosse, se ele tivesse de fato uma urgência, certamente teria ligado para o superintendente que tem o telefone dele. Mas ele protocolou isso 15h48 pedindo uma vistoria do Iphan. A vistoria estava agendada para amanhã [quinta-feira] às 14h30", informou Grass.

 
  'Dilatação no forro' 

 No pedido de vistoria, segundo o relato de Grass, o frei apontava "uma dilatação do forro" da igreja.

 
"Na verdade, não é uma alerta. Ele detectou que o forro teve uma dilatação, pediu uma vistoria do Iphan. Como o de praxe, sempre que é solicitado, a gente marca a vistoria. Às vezes um dia, dois", continuou o presidente do Iphan.

Segundo Grass, se a igreja tivesse encontrado um risco urgente, a solução seria ligar para a Defesa Civil.

 

"Se ele comunicou a Defesa Civil, o Corpo de Bombeiros, eu não sei dizer. Se, de fato, ele verificou alguma emergência. Se tivesse algum risco de estrutura, ele deveria que comunicar esses órgãos”, concluiu Grass.

Quem é responsável pela estrutura?
 

 Em nota, o Iphan disse que a responsabilidade pela estrutura é da Ordem Primeira de São Francisco. Por se tratar de um patrimônio histórico, o Iphan faz restaurações e dá auxílio técnico.

 
"O imóvel é de propriedade da Ordem Primeira de São Francisco, responsável direta pela gestão e manutenção da edificação. O Iphan, enquanto órgão de proteção do patrimônio cultural brasileiro, tem atuado na preservação do bem, com ações como o restauro dos painéis de azulejaria portuguesa, concluído em maio de 2023, e a elaboração do projeto de restauração do edifício, atualmente em andamento", diz trecho da nota.

Como era e como ficou

Uma foto feita por um casal de turistas dois dias antes da tragédia que resultou na morte da paulista Giulia Panchoni Righetto, de 26 anos, na Igreja de São Francisco, no Centro Histórico de Salvador, revela que o teto do espaço já indicava sinais de deterioração.
  Giulia Panchoni Righetto, de 26 anos, morreu em Salvador — Foto: Redes sociais 

 O acidente ocorreu por volta das 14h30, no templo da Ordem Primeira de São Francisco, que fica no Largo do Cruzeiro de São Francisco, no Pelourinho. Imagens feitas por testemunhas mostram os estragos logo após o desabamento. O espaço onde os fiéis ficavam durante as missas foi coberto por destroços, principalmente a madeira que cobria o telhado 

 O registro, que foi enviado pra reportagem na noite desta quarta-feira (05/02), mostra pelo menos duas rachaduras grandes na estrutura. Além disso, comerciantes e guias turísticos afirmaram ao IB que a igreja já tinha apresentado outros problemas e um pedaço de material do teto chegou a cair recentemente. 

 O superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Hermano Queiroz, afirmou que o equipamento passou por uma restauração no valor de R$ 4 milhões em 2023. O investimento foi destinado à recuperação da solejaria do convento. Também havia um projeto de restauro pronto no valor de R$ 1,2 milhão, mas o recurso não teria sido liberado ainda pelo Ministério da Cultura, que é comandado pela cantora baiana Margareth Menezes. As obras não foram iniciadas porque dependem do Executivo.
  Teto de igreja histórica de Salvador está desgastado — Foto: Itana Alencar/g1 

 A Polícia Federal atua na perícia do local e investiga as circunstâncias, além de eventuais responsáveis pela tragédia. Além da morte de Giulia, cinco pessoas ficaram feridas.
  Complexo da Igreja e Convento de São Francisco, em Salvador — Foto: Reprodução/TV Bahia

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por Redação 2JN - g1ba

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 Cidade de Ubatã

Ubatã é um município brasileiro do estado da Bahia, Nordeste, localizado na microrregião de Ilhéus-Itabuna e na mesorregião do Sul Baiano. De acordo com a estimativa do IBGE de 2024, sua população era de 16 097 habitantes,[3] e com densidade demográfica de 90.69 hab./km².

  História 

O município de Ubatã teve sua ocupação iniciada em 1909, com a fundação do povoamento Dois Irmãos, em território de Orojó, distrito do município de Camamu, com a chegada de Severiano José Costa, Antônio Rebouças, João Teles, Manoel Eloi, Vicente Ferreira, Francisco Mendes Santos, João Cruz e Euzébio Lima.
Em 1918, o povoamento Dois Irmãos, ainda integrado a Camamu, foi elevado a Distrito de Paz. Já em 1932, seu nome foi alterado para São Sebastião com a nova configuração de integração pelo Município de Maraú, porém no ano seguinte, em 1933, retornou ao domínio de Camamu. 

Ainda nesse mesmo ano, por força do Decreto Estadual n° 8.729, Dois Irmãos desmembrou-se do Distrito de Orojó, passando a ser anexada à jurisdição da cidade de Rio Novo, atual Ipiaú, e assim, ganhando seu próximo nome, Alfredo Martins. 

Pelo Decreto Estadual n° 141 de 1943, retificado pelo Decreto n° 12.978 de 1944, após o nome Alfredo Martins, o distrito denominou-se Ubatã.

 
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PREVISÃO DO TEMPO

Geografia 

O Município de Ubatã apresenta como coordenadas 14°12’50’’S de latitude, 39°31’22’’W de longitude,[10] ocupando uma área territorial de 177.643 km2. Está localizado a 348 km da capital baiana e a 1.378 km da capital federal,[11] e têm como cidades limites Barra do Rocha, Gongogi, Ibirapitanga e Ibirataia. 

  Economia 

De acordo com os dados estatísticos do ano de 2018, o salário médio mensal dos trabalhadores formais era de 1.5 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 7.3%. E apresenta um PIB per capita de 7.204,87.

 O município de Ubatã tem como principal setor econômico o setor agrícola. O cultivo de cacau é predominante na economia, porém, em comparação com as últimas décadas, sua produção foi reduzida devido a ocorrência dos fungos nos cacauais – chamada vassoura de bruxa.


Principais pontos turísticos 

Rio de Contas – O rio de Contas é um dos principais atrativos naturais de Ubatã. Suas águas claras e margens arborizadas oferecem um cenário ideal para atividades como pesca, passeios de barco e banhos refrescantes. O rio é também um ponto de encontro para a comunidade local, que utiliza suas margens para lazer e convivência.
Rio de Contas

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição – A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição é um importante marco histórico e cultural de Ubatã. Construída no estilo colonial, a igreja é um ponto de referência na cidade e abriga celebrações religiosas e eventos comunitários. Sua arquitetura simples e seu interior acolhedor atraem visitantes interessados na história e na cultura local.
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição

Praça Rui Barbosa – A Praça Rui Barbosa é o principal espaço público de Ubatã, onde ocorrem eventos culturais, feiras e encontros comunitários. Rodeada por árvores e jardins bem cuidados, a praça é um local agradável para passeios e momentos de lazer. Ao seu redor, encontram-se diversos estabelecimentos comerciais e de serviços que atendem à população local e aos visitantes.
Praça Rui Barbosa
Praça Churrascão

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Fundação: 26 de setembro de 1953 (71 anos)
População total (2024): 16 097 hab.
Densidade: 90,6 hab./km²
Clima: 20°C a 30°C
Mesorregião: Ilhéus-Itabuna
Microrregião: Ilhéus-Itabuna
Território de Identidade: Médio Rio de Contas
Site oficial: https://www.ubata.ba.gov.br/
Fonte: wikipedia - IA - sbce
@cidadedeubata - @pmubatabahia

 Cidade de Ipiaú

Ipiaú é um município brasileiro no interior do estado da Bahia. Sua população, de acordo com estimativa do IBGE de 2024, era de 42 507 habitantes.

História

A região de Ipiaú, até o início do século XX, era habitada por indígenas tapuias. Nessa época, a expansão do cultivo do cacau pela área e o estímulo ao desbravamento incentivado por Camamu e Jequié propiciaram a colonização e a formação de povoados como Barra do Rocha e Dois Irmãos (hoje Ubatã).

O Decreto estadual n° 7.139, de 17 de dezembro de 1930, elevou Alfredo Martins à categoria de subprefeitura de Camamu, sendo renomeada para Rio Novo. No ano seguinte, por meio dos decretos estaduais n° 7.455, de 23 de junho de 1931, e 7479, de 8 de julho de 1931, Rio Novo foi transferido para Jequié.

O Decreto Estadual n° 8.725, de 7 de dezembro de 1933, elevou o distrito e subprefeitura de Rio Novo à categoria de município, se desmembrando de Jequié, sendo instalado dez dias depois. Inicialmente, o município era constituído dos distritos de Rio Novo (sede), Tesouras, Barra do Rocha e Dois Irmãos, os quais, por meio do Decreto-lei estadual n° 141, de 31 de dezembro de 1943, tiveram seus nomes alterados, respectivamente, para Ipiaú, lbirataia, Barra do Rocha e Ubatã. Esse mesmo decreto de 1943 alterou o nome do município de Rio Novo para Ipiaú, topônimo este que significa, em tupi, rio novo.

Ao longo de sua história, Ipiaú perdeu territórios para a criação dos municípios de Ubatã (1952), Ibirataia (1960) e Barra do Rocha (1961).


 
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PREVISÃO DO TEMPO

Economia

Praça Rui Barbosa

Na economia, a remuneração média do trabalhador ipiauense é de 1,7 salários mínimos por pessoa. O índice de ocupação de pessoal em Ipiaú é de 11,1% (5.277 pessoas). O PIB per capita, ou seja, o Produto Interno Bruto por pessoa, é de R$ 8.990,99. No orçamento, Ipiaú registrou R$ 79,38 milhões em receitas e as despesas totalizaram 74.410.930 milhões. O resultado contábil em Ipiaú ficou em R$ 4,97 milhões.

A lavoura de cacau já contribuiu quase 49% do PIB baiano e trouxe muito lucro para a região, que era a principal cultivadora de cacau do estado. Entretanto, com a praga da vassoura-de-bruxa nos anos 1990, a cacauicultura acabou perdendo destaque na economia. E o que se sabe é que indústria ainda está em desenvolvimento, mas existe a presença de duas fábricas de polpa de fruta que veem aprimorando e contribuindo com as suas atividades para a economia da região; outra atividade que contribuiu para a prosperidade do território é a exploração de níquel por um grupo australiano de mineração.


Cultura

Igreja Batista de Rio Novo

Em 2019, Ipiaú foi mantida no Mapa do Turismo da Bahia, contribuindo para a cultura e economia do município e região, visto que o turismo influencia positivamente na presença de atrações artísticas em festas como a de São Pedro. Com essa iniciativa, a Bahiatursa contribui no fortalecimento de várias regiões, e também da cultura e economia do município, destacado seu potencial para o turismo rural.

Paróquia São Roque

Durante a pandemia de COVID-19, muitos artistas acabaram ficando sem renda. Por isso, a Diretoria de Cultura de Ipiaú convocou, em 2020, artistas e espaços culturais para cadastramento para receber o benefício emergencial. Esse benefício é resultado do projeto de Lei nº 1.075/2020, batizada de Lei Aldir Blanc, que foi aprovada pelo Governo Federal em agosto de 2020 e que tem como objetivo a definição da política cultural e a destinação de recursos para o Fundo de Cultura Municipal.

Turismo

O Ministério do Turismo, por meio do Programa de Regionalização do Turismo, certificou o Município de Ipiaú como integrante do Mapa do Turismo Brasileiro, no período 2019/2021. A certificação foi respaldada pela Portaria nº 271, de 23 de agosto de 2019. A avaliação atendeu critérios técnicos, dentre os quais o desempenho econômico da atividade turística no município. A avaliação é feita a cada dois anos com a atualização do mapa. Ipiaú integra o destino Costa do Cacau, que faz parte do roteiro turístico no sul da Bahia, e está incluído na categoria C, que envolve os municípios que concentram o fluxo de turistas domésticos. Para ser incluído no mapa, o município precisa cumprir algumas regras, como ter órgão responsável pela pasta de turismo e destinar recursos para o setor na Lei Orçamentária, além de ter um Conselho Municipal ativo. Na recente atualização do mapa, também foi exigido o Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos, no qual estão registradas as pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor, a exemplo de agencias, pousadas/hotéis e similares.


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A Melhor Hospedagem Web pelo melhor preço do Brasil
Fundação: 1933 (92 anos)
População total (2024): 42.507 hab.
Densidade: 151,6 hab./km²
Clima: Tropical
Mesorregião: Ilhéus-Itabuna
Microrregião: Ilhéus-Itabuna
Território de Identidade: Médio Rio de Contas
Site oficial: https://www.ipiau.ba.gov.br/
@cidadedeipiau Fonte: wikipedia - IA

 Cidade de Jequié - Cidade Sol

Jequié é um município brasileiro no interior e sudoeste do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata.

História

Origens

A palavra Jequié deriva da língua tupi: jequi: cesto afunilado, usado como armadilha para peixes, tendo como variações cacuri, jequiá, jiqui, jiquiá, juquiá, jequié.

O município desenvolveu-se a partir da movimentada feira que atraía comerciantes de todos os cantos da região, no fim do século XIX. Pertencente ao município de Maracás de 1860 a 1897, Jequié abastecia as regiões sudeste e sudoeste da Bahia, assim como a bacia do rio de Contas. Com sua crescente importância como centro de comércio, a cidade cresce então linearmente às margens do Rio de Contas que, na época, era mais volumoso e estreito, e cercado por uma extensa mata.

O município de Jequié é originado da sesmaria do capitão-mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após o fracasso da Inconfidência Mineira. Em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié.


 
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PREVISÃO DO TEMPO

Subdivisões
Vista do Alto da Catedral

Jequié tem 2.969,034 km²(IBGE), possuindo os seguintes distritos: Jequié (sede), Baixão, Barra Avenida, Boaçu, Florestal, Itaibó, Itajuru, Monte Branco e Oriente Novo.

Sua sede também está dividida em muitos bairros, entre eles estão Curral Novo, Jequiezinho, Mandacaru, Alto da Boa Vista, São Luiz, Campo do América, Joaquim Romão, Cidade Nova, Chácara Alvorada, Jardim Eldorado, Vila Rodoviária, Água Branca, Urbis I (Casas Populares), Urbis III e IV (Agarradinho), Pedras do Parque, Bairro km 3 e km 4, Bela Vista, Gustavo Ribeiro, São José, Pompílio Sampaio, São Judas Tadeu, Parque das Algarobas, Osvaldo Costa Brito, Mirassol, Tropical, Itaigara, Brasil Novo, Vovó Camila, Amaralina, Caranguejo (Prodecó), Zimbrunes, Baixa do Bonfim, Quilombo Urbano de Barro Preto, Sol Nascente, Cururu, Pau Ferro, Alto do Cemitério, Posto Manoel Antônio e Inocoop.

Economia

A pecuária e a agricultura foram a base de todo desenvolvimento de Jequié. O município tem uma diversidade produtiva no que refere à agricultura, destacando-se o cacau, o café, a cana-de-açúcar, maracujá, melancia entre outros.

No setor pecuário sua força se concentra principalmente na bovinocultura e caprinocultura, sem desmerecer os galináceos, a equinocultura, a ovinocultura e suinocultura.

O setor mineral é contemplado com a exploração de jazidas de granito das variedades "Kashmir Bahia" e "Verde Bahia". Possui ainda reservas de ferro, mármore e calcário.

Outro fator importante na economia do município é o Poliduto de derivados de petróleo e álcool, da BAJEQ/Petrobrás, que proporcionou a implantação das bases de distribuição das maiores empresas do setor, tais como: Petrobrás, Esso, Shell, Petroserra e outras. Tendo Jequié à condição de principal centro de distribuição de derivados de petróleo indo até parte de Minas Gerais e Espírito Santo. A capacidade de armazenamento da base de distribuição é de 57.000 barris de álcool, 40.000 barris de gasolina, 154.000 barris de óleo diesel e 288.000 barris de GLP - gás de cozinha. Capacidade essa que já está quase que triplicada com a implantação da unidade de retribuição das principais distribuidoras de combustível do país.

Vista da Avenida Rio Branco, ainda em terra de chão, em 1929.

O comércio da cidade é bem diversificado e absorve boa parte das pessoas empregadas. O município tem uma posição estratégica na microrregião e é responsável por parte de seu abastecimento.




Cultura e Turismo

Criada através da Lei Municipal n.º 1.793, de 22 de dezembro de 2008 a SECUT - Secretaria Municipal de Cultura e Turismo dispõe em seu organograma uma Diretoria de Gestão Cultural, Programas e Projetos e outra Diretoria de Desenvolvimento do Turismo. Como órgão colegiado está o Conselho Municipal de Cultura.

Jequié esteve no auge do seu crescimento econômico, na época em que havia colônia italiana. A miscigenação acabou com as tradições culturais italianas na cidade.

Museu Histórico de Jequié

Esporte

Associação Desportiva Jequié é um time de futebol da cidade de Jequié Bahia. Foi fundado em 20 de novembro de 1969. Seu mascote é um bode. Seu uniforme é camisa amarela com listras azuis e brancas, calção azul e meias azuis. Seu estádio, Valdomiro Borges, o “Valdomirão”, tem capacidade para 10 mil pessoas, em 1994 o ADJ chegou ao 3º Lugar na 1ª Divisão do Campeonato Baiano. No ano de 2017 o ADJ foi campeão da 2ª divisão do campeonato bahiano, ganhando os dois jogos disputados na final (1x4 e 3x1) contra a equipe do cajazeiras. Foi uma verdadeira festa na cidade já que o time não tem grandes feitos no meio do esporte.

Estádio Municipal Waldomiro Borges, apelidado de Waldomirão
Turismo

Jequié tem um potencial turístico conhecido como Cidade Sol, é o município da zona turística a Caminhos do Sudoeste, tendo a Barragem da Pedra e Rio de Contas são para alívio do calor de Jequié.

Barragem da Pedra (Foto: Flickr/Reprodução Daniel Martins)

Entorno da Barragem da Pedra, instalada no Rio de Contas giram as principais atrações da região. Dá para chegar até a entrada da barragem, a 18 km da sede, de ônibus ou carro.

No Dia de São José, celebrado em 19 de março, o turismo religioso abraça o local. A Pedra Santa, onde existe uma pequena gruta dedicada ao santo, é o destino de uma romaria.

Cajueiro e Barragem do Criciúma: passeio agradável em Jequié

A região do cajueiro e a Barragem do Criciúma também costumam ser bastante frequentadas por famílias inteiras para dar um mergulho e tomar uma cervejinha. Também é comum encontrar quem pratique jet ski nessas águas. Pode ser que você encontre um som alto aqui ou acolá, mas nada que chegue a atrapalhar o passeio.

Os mais aventureiros podem tomar o rumo da Pedra do Curral Novo, que oferece uma vista única de toda a área. Embora o acesso seja fácil, é necessário ter cuidado redobrado, por causa da altitude. Se estiver chovendo, nem pense em fazer o passeio.

Cachoeira (Foto: Emanoel Braga/Reprodução Facebook)

Prainha do Curral Novo

Ponte Do Mandacaru Teodoro Sampaio


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Fundação: 1897 (128 anos)
População total (2024): 168 733 hab.
Densidade: 56,8 hab./km²
Clima: Semi-árido
Mesorregião: Centro-Sul Baiano
Microrregião: Jequié
Território de Identidade: Médio Rio de Contas
Site Oficial: https://www.jequie.ba.gov.br/
Fonte: wikipedia - Na Bahia
@cidadedejequie

Cidade de Santo Antonio de Jesus

 Cidade de Santo Antonio de Jesus

Santo Antônio de Jesus é um município brasileiro do estado da Bahia, localizado a 187 km de Salvador, sendo considerado a capital do Recôncavo Baiano, por sua importância como maior polo comercial, industrial, educacional, de saúde e de serviços de toda a região. Ocupando a décima oitava posição do ranking das vinte maiores cidades baianas, possui uma população estimada em 2024 pelo IBGE de 109 267 habitantes, e limita-se com os municípios de Aratuípe, Conceição do Almeida, Dom Macedo Costa, Laje, Muniz Ferreira, São Filipe, São Miguel das Matas e Varzedo, todos integrantes do território do Recôncavo Sul. 

Santo Antônio de Jesus também sedia anualmente movimentadas festas juninas, que atraem milhares de visitantes de todo o país, e que tornaram a cidade conhecida por realizar o melhor e mais popular São João da Bahia.


 
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PREVISÃO DO TEMPO

História

As primeiras expedições no território que correspondem ao atual município resultaram da colonização na área do rio Jaguaripe, realizada entre os séculos XVI e XVII. Os primeiros desbravadores da região foram D. Pero Carneiro e D. Álvaro da Costa, que juntaram-se aos índios de Pedra Branca, que inicialmente habitavam a região, em expedições pelo local. As terras férteis, as valiosas madeiras de lei e abundância dos recursos fluviais, foram fatores relevantes para o povoamento desta localidade. Com o passar do tempo iniciaram-se as primeiras plantações de cana-de-açúcar com o estabelecimento de pequenos engenhos e roçados para a atividade agrícola, a qual teve como principal fonte de exploração o cultivo de mandioca.

Nessa época, nos idos de 1663, através de Carta Régia, já havia sido recomendada, à Relação da Bahia, proteção aos indígenas e delimitação de reserva de uma légua quadrada de terra, para que fosse feito o aldeamento e sustento dos silvícolas. Os indígenas mais conhecidos eram os da Aldeia de Santo Antônio. Após a doação de sesmarias e sua consequente divisão, em 1644, há o registro dos mais antigos limites que iriam dar inicio ao atual município de Santo Antônio de Jesus, embora não o abranja de todo.

Paróquia Santo Antônio de Jesus

A paróquia secular foi construída em 1777, na época com status de Capela. Em 1852 foi elevada à Igreja Matriz. A história da igreja começa com a chegada dos colonizadores e o povoamento da região. Dentre esses moradores que chegaram, havia o padre Mateus Vieira de Azevedo. Ele se estabeleceu nas proximidades do rio Sururu e ergueu o oratório, que foi consagrada como Santo Antônio de Jesus.


Economia

Sua agricultura tem grande produção de amendoim, limão e laranja. Na pecuária o município conta com criadores de bovinos e muares. No setor de bens minerais, é produtor de areia e argila. Sua rede hoteleira conta com 741 leitos. No ano de 2001, o município registrou 23.175 consumidores de energia elétrica com um consumo de 43.583mWh. Segundo dados da SEI/IBGE, o PIB do município para 2014 foi de 1 767 591 e a estrutura setorial está distribuída da seguinte forma: 5,62% para agropecuária, 21,30% para indústria e 73,08% para serviços e comércio.

Vista Parcial

Os ramos que mais recebem destaque na cidade são os de confecção, móveis e eletrodomésticos. E ao longo dos anos vem recebendo cada vez mais micro e grandes indústrias, movimentando ainda mais a economia local.

A indústria tem se tornado cada vez mais forte no município. A Cidade é sede de varias empresas que atuam em todo o Brasil e uma das principais na produção dos chamados Licores do Recôncavo,[8] tendo indústrias de base

Turismo e Cultura

O São João de Santo Antônio de Jesus atrai anualmente moradores das mais diversas regiões do estado e país. Possui uma localização estratégica na convergência regional de três rodovias: a BR-101 que liga a Salvador; a BA-046 que é a conexão até Itaparica; e a BA-026, que é ligação com as cidades localizadas a oeste do município. Tendo em vista também a ponte que está para ser construída interligando Itaparica e Salvador, a sua localização se torna ainda mais atrativa.

 São João de Santo Antônio de Jesus 

A Praça Padre Mateus, local ideal para a prática de esportes, possui diversos clubes em volta. O fluxo de carros é proibido, portanto vira o ponto de encontro da criançada e uma ótima opção para os dias ensolarados.
Praça Padre Mateus

A noite existem muitas opções para se divertir, desde programas familiares até baladas, cinema, restaurantes e barzinhos com música ao vivo para curtir em boa companhia.

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Fundação: 29 de maio de 1880 (144 anos)
População total (2024): 109 267 hab.
Densidade: 406,6 hab./km²
Clima: Tropical
Mesorregião: Metropolitana de Salvador - RMS
Microrregião: Santo Antônio de Jesus
Território de Identidade: Recôncavo
Site Oficial: https://saj.ba.org.br 
Fonte: wikipedia - ibahia

 Cidades de Lençóis

Lençóis é um município brasileiro do estado da Bahia. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2024 era de 11.170 habitantes.

Conhecida como portal da Chapada Diamantina, Lençóis é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e possui a maior infraestrutura da região, com aeroporto, várias opções de hospedagem, alimentação e agências de turismo.

Com história e cultura herdadas do garimpo, a cidade possui inúmeros casarios do século XIX, e conta com um ar cosmopolita, com a presença de turistas do mundo inteiro circulando pelas suas ruas estreitas e calçadas de paralelepípedo.

História

A cidade de Lençóis é famosa por ser o principal destino turístico da Chapada Diamantina possuindo uma boa infraestrutura para atender os turistas que visitam o parque. A cidade tem, porém, outra riqueza além da deslumbrante beleza natural entorno: seu conjunto arquitetônico e paisagístico, tombado pelo Iphan, em 1973.

O patrimônio histórico e cultural de Lençóis é herança da época em que a cidade foi a maior produtora mundial de diamantes e a terceira cidade mais importante da Bahia, na segunda metade do século XIX. A riqueza da Lençóis transparecia na importação de artigos de luxo e até na instalação de um vice-consulado da França para facilitar o comércio com este país.

O povoamento da cidade teve início em 1845, com a descoberta de minas de diamante na Chapada. Desmembrada do município de Santa Isabel do Paraguaçu (atual Mucugê) com o nome de Vila de Lençóis, em 1856, foi elevada à categoria de cidade em 1864.


 
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PREVISÃO DO TEMPO

O Garimpo

O garimpo foi atividade típica local, nas Lavras Diamantinas. Desde os primeiros tempos de mineração, a região foi salpicada com ranchos, bateias e outros instrumentos para busca de diamantes e carbonatos.

Na base das rochas, encontram-se planícies em redor das águas. As jazidas de diamantes estão nessa camada, bem como nos leitos de rios, riachos e nos canais naturais.

Ali, homens trabalhavam ao som do disco giratório (bateia) e o bater das águas na roda que impulsionava a indústria que fazia brilhar as gemas que ornaram as damas de então e de hoje.

O Coronelismo

Lençóis foi a "capital das Lavras", com um vice-consulado francês e apontada como "Vila Rica da Bahia". Depois de todo esse progresso, porém, a região transformou-se no maior centro do coronelismo e da "jagunçada" na região da Bahia.

A década de 20 foi o auge do barbarismo na região: uma época dos chamados "homens valentes", onde o modo de resolver conflitos era medieval (vulgo "revólver na cinta"), e das gatas-bravas (mulheres guerrilheiras).

No sertão baiano, homem valente já foi sinônimo de jagunço. Lutador por ideal ou profissão, jagunço não era o mesmo que cangaceiro. Era "soldado" (entre aspas, porque serviam a um "coronel" entre aspas) sertanejo, a serviço de uma causa e de um chefe (cujo mando era a força, não a lei ou o reconhecimento da população), que, segundo o mito, desconhecia o medo no campo de batalha. No entanto, era apenas mais um pobre, excluído da história do Brasil, servindo ao poder local, muitas vezes contra a lei e o Estado de Direito (mas as notícias jamais chegavam ao governo central).


Turismo

Vista a partir do Morro do Pai Inácio, na divisa com Palmeiras

A cidade de Lençóis está a 394 metros de altitude, fica localizada na Chapada Diamantina, e é famosa por ser o principal destino turístico da região. Os amantes da natureza têm Lençóis como um destino obrigatório.

De 1980 até 1994 o turismo a cidade recebia poucos turistas. Nesse período, os turistas que visitavam Lençóis eram geralmente jovens mochileiros de aproximadamente 25 anos. O turismo se expandiu na cidade e conta com uma ótima infraestrutura para absorver a demanda do turismo. Visitam Lençóis cerca de 120.000 turistas por ano, que ficam em média 8 dias na cidade.

Em 1985, foi criado o Parque Nacional da Chapada Diamantina para proteger e preservar a área.

Cachoeira do Mosquito

alto do cajueiro
Dentre os principais pontos turísticos do município estão:

  • Cachoeira do Mosquito
  • Serrano
  • Ribeirão do Meio
  • Cachoeira do Sossego
  • Poço do Diabo
  • Cachoeira da Fumaça
  • Serra das Paridas
  • Salão das Areias Coloridas

Ribeirão do Meio

Cachoeira da Fumaça 

Personalidades

Entre os lençoenses ilustres estão:

  • Afrânio Peixoto, médico e escritor;
  • Dom Obá II d'Africa, militar e líder abolicionista;
  • Gemerson Silva Barbosa, atleta de basquetebol;
  • Marinho de Oliveira Franco, músico;
  • Nildéia Andrade, poetisa e educadora;
  • Orlando Senna, cineastra, escritor e jornalista;
  • Urbano Duarte de Oliveira, escritor.

Distritos

Afrânio Peixoto, Coronel Octaviano Alves e Lençóis (sede).

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Fundação: 1844 (181 anos)
População total (2024): 11.170 hab.
Densidade: 9 hab./km²
Clima: Semiárido
Mesorregião: Seabra
Microrregião: Seabra
Território de Identidade: Chapada Diamantina
Site Oficial: https://www.lencois.ba.gov.br/
Fonte: wikipedia - IA

 A reportagem conversou com guias que atuam em Lençóis, Ibicoara e Mucugê e montou uma lista com dicas de passeios para fazer no verão.

O Parque Nacional da Chapada Diamantina está distribuído pelas cidades de Lençóis, Mucugê, Ibicoara, Andaraí e Palmeiras. São mais de 152 mil hectares com paisagens de tirar o fôlego que incluem cachoeiras, grutas, rios, mirantes e outras belezas naturais.

A região é uma ótima opção para quem busca relaxar, passear com a família ou se aventurar em esportes radicais. O g1 conversou com guias das cidades de Ibicoara, Mucugê e Lençóis e montou uma lista de atividades que podem ser feitas na região.

Há opções para trilheiros experientes, crianças e idosos, e também para todos os bolsos. Os valores variam de acordo com o guia escolhido, transporte, época em que o passeio será feito e quantidade de pessoas do grupo.

Para trilheiros

Cachoeira da Fumacinha, em Ibicoara

Cachoeira da Fumacinha, em Ibicoara — Foto: Vini Chapada

O guia Vini Oliveira, conhecido como Vini Chapada, tem 10 anos de experiência em guiar baianos e turistas na Chapada Diamantina. Com o trabalho mais focado no sul da região, ele já teve como clientes artistas como Grazi Massafera e Rodrigo Santoro, além do modelo Marlon Teixeira, para atrativos nas cidades de Ibicoara e Mucugê.

Em Ibicoara, uma das opções para quem já tem experiência com trilhas é a Cachoeira da Fumacinha, a 31 km da sede da cidade. Segundo Vini, não é recomendado fazer a Fumacinha sem guia. Isso porque a roteiro é feito no leito do rio, o que dificulta a caminhada de 18 km.

Além disso, a ida e a volta da trilha duram cerca de 8h e por isso a atividade só é recomendada para pessoas experientes em trilhas.

"É um lugar especial, todo mundo que levamos relata que é algo transformador. A própria caminhada já é uma terapia. Ao chegar lá, é comum o cliente chorar", contou.

O choro não é aleatório: a cachoeira rodeada por pedras esverdeadas é considerada uma das mais bonitas da região. Além da beleza natural, há a alegria em ter conseguido fazer o percurso, considerado de nível avançado.

Cachoeira da Fumacinha

  • Cidade: Ibicoara (31 km da sede)
  • Distância: 18 km, cerca de 8h de trilha (ida e volta)
  • Nível: avançado
  • Valor: em média R$ 200 por pessoa

Cachoeira do Sossego, em Lençóis

Cachoeira do Sossego — Foto: Zé Henrique Freire

O guia e fotógrafo Zé Henrique começou a guiar os hóspedes da pousada da família, em Lençóis, na década de 1980 e desde então não parou mais. A trilha do Sossego é uma das que ele faz com frequência, para grupos de viajantes que já estão acostumados com roteiros mais longos e com maior nível de dificuldade.

O trajeto tem cerca de 7 km e o passeio dura o dia inteiro. Por isso, o guia recomenda usar roupas confortáveis e levar um lanche reforçado para comer no caminho.

O grau de dificuldade da trilha é entre 8 e 10 - em uma escala onde o máximo é 10. Ou seja, apesar do nome da cachoeira ser Sossego, o caminho não é nada sossegado. Nele, os trilheiros precisarão subir e descer pedras e, em alguns momentos, atravessar o rio.

"Na volta, a depender do nível de cansaço, é possível parar no Ribeirão do Meio, onde há um tobogã natural. Diferente do Sossego, o Ribeirão é recomendado para crianças", contou o guia.

Cachoeira do Sossego

  • Cidade: Lençóis
  • Distância: 7 km
  • Nível: avançado
  • Valor: média de R$ 300 o grupo (três pessoas)

Para a família

Cachoeira do Buracão, em Ibicoara

Grazi fez yoga na Cachoeira do Buracão, em Ibicoara — Foto: Redes sociais

Localizada em Ibicoara, a Cachoeira do Buracão é recomendada para toda a família. Cercada por um paredão de pedras, é possível chegar até o local através de uma trilha considerada moderada leve. Depois, basta colocar um colete, que é obrigatório, e seguir pelo rio.

De acordo com a guia Laísa Aguiar, são quase 3 km de trilha, sendo 2 km planos e cerca de 850 metros com relevo alternado, mas não muito íngreme. No percurso, é possível passar por fluentes do Rio Espalhado, Cachoeira do Buracãozinho, Cachoeira das Orquídeas, Cachoeira do Recanto Verde e em mirantes.

Neste passeio, é necessário pagar uma taxa de entrada no Parque Natural Municipal do Espalhado, onde fica a cachoeira, que custa R$ 20. Normalmente, esse valor já está incluso no pacote do guia.

Cachoeira do Buracão

  • Cidade: Ibicoara
  • Distância: em torno de 3km
  • Nivel: moderado leve
  • Valor: média de R$ 200 o grupo (três pessoas)


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Cachoeira do Mosquito

Cachoeira do Mosquito — Foto: Zé Henrique Freire

A Cachoeira do Mosquito fica a 40 km de Lençóis e parte da estrada é de terra. Segundo o guia Zé Henrique Freire, a cachoeira é uma opção para toda a família, ou seja, é possível fazer o passeio com crianças e idosos.

Diferente de outras cachoeiras da Chapada Diamantina, essa fica dentro de uma fazenda. Por isso, é necessário pagar o valor de R$ 60 por pessoa. No local, há estacionamento, banheiro e restaurante, além de um mirante.

Cachoeira do Mosquito

  • Cidade: Lençóis
  • Nível: iniciante
  • Valor: R$ 60 a entrada na fazenda

Para ciclistas

Mountain bike em Mucugê

A cidade de Mucugê é considerada um paraíso para os amantes de mountain bike. Segundo o guia Vini, há opções para todos os tipos de ciclista: iniciantes, intermediários e avançados.

Os passeios variam de acordo com o nível de cada grupo, mas há opções como a Cachoeira da Matinha, idas à Vila de Igatu e visitas a rotas do café, por exemplo.

Além da moutain bike comum, também é possível usar o ebike, bicicletas motorizadas que proporcionam um maior conforto para quem ainda não tem o "pique" necessário para as trilhas.

Passeios de moutain bike

  • Cidade: Ibicoara
  • Nivel: diversos
  • Valor: a partir de R$ 300

Reportagem: g1 Ba